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Podemos repensar nossa participação no design de um objeto?
Quanto ao design, é possivel desenvolver a participação aplicando a experiencia ja adquirida, repensando em seus significados, seus meios de existencia, o modo como o qual interpretaremos o objeto e o que ele representa a comunidade.Como nos exemplos notados,de um pai tentando fugir a indiferença, podemos notar com relaçao ao design, que se faz exotico por muitas vezes, ou talvez com uma funcionalidade diferenciada, faz com que o produto fuja da indiferença, se faça notavel…como no redesign, que se faz pensar quanto a ergonomia, ou funcionalidade, porem sem alterar a proposta inicial,o contexto em que se situa o objeto.
Um novo olhar repensado,indica mudanças melhores e contribui para resultados satisfatorios.A participação constante induz uma postura de um design que nunca esta satisfeito e faz questão de modificar os objetos atraves da experiencia,da contribuição e de uma idéia inteligente!
A participação não deve ser em vão, simplismente.Projetamos para o mundo,onde muitas outras pessoas podem projetar da mesma forma.Os aprendizados são os mesmos, as práticas não.Cabe a nós conhecer todas as outras práticas.A inspiração procura em nossos conhecimentos um significado para o objeto.Com o conhecimento limitado, o objeto não tem significado.
A criação de um objeto é um passo importante e a participação de um designer nesta etapa é imprescindivel. São necessários estudos, para que o objeto criado possa exercer uma influencia boa sobre a comunidade e possa afetá-la de uma maneira positiva, além de trazer beneficios às vidas das pessoas.
É possível para nós designers estabelecer relacionamentos com várias comunidades, pois dependemos delas para colocar em prática o nosso projeto. Repensar o que precisa fazer em um objeto consiste em uma maneira sensível de como enxergamos as coisas ao nosso redor, com projetos bem elaborados, tornando um objeto com funções visíveis para as comunidades existentes.
Muitas vezes sim.
Quando nós sabemos que só projetamos pensando em nós, ou seja, como eu me relaciono com o objeto que criei. Podemos tentar mudar nossa visão, para que a ação de nossos objetos estenda-se a quem quer que seja que vá utilizar o que criamos.
É de suma importância que os designers estejam preocupados com o “desígnio” dos objetos que criam. Qual a finalidade do que fazem? Por que o fizeram? Para quem?
Repensando essas atitudes não seremos mais indiferentes ao nosso meio. Estaremos atuando positivamente como pessoas e profissionais.
A escolha da comunidade é o que define o que vamos ser, devemos nos interessar, participar para que fiquemos interados de tudo , e absorver o máximo para aplicar na projeção de um objeto. Em cima de um aprendizado devemos aplicar outros, cada vez mais, enriquecendo nossos conhecimentos.
Quanto a reificação em relação ao design se dá também quanto ao design como fator simbólico, como a cadeira barcelona que é quase mais que um conceito que a cadeira concreta em si, tornou-se um ícone do design.
O profissional como designer, não precisa necessariamente se projetar em seus móveis, mas quanto ao processo de projetar um móvel é que se tem a reificação, é trazer a idéia para a realidade!Pensar em inovar não é suficiente, deve se agir, tornar real.
Repensar um assunto é talvez tentar entender seu objetivo. Podemos sim repensar nossa participação com designers de objetos. Projetar objetos que sejam além de belos, inteligentes, funcionais e práticos, além disso sustentável, e além de sustentavel barato. O designer cria soluções acima de beleza. Deve também se projetar no produto, criando uma visão parcial e ao mesmo tempo única. Nossa papel como solucionadores de problemas na vida cotidiana dos consumidores deve ir além de criar algo inédito, deve sanar problemas relacioanados ao descarte do produto, visando a melhora do planeta onde vivemos.
Muitas vezes objeto designado é inserido a novos costumes e hábitos, que propiciam a falência do mesmo ou o agregamento de novos sigificados. Porém é uma tarefa difícil repensar conseqüências e benefícios ao desconhecido. Muitas vezes esse processo de repensar será realizada pelo próprio desconhecido.