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Agora sim... professor, os comentários
Achei muito interessante a ideia da H magazine ( pág. 62) de colocar texto sobre a foto, porém a fonte nao tem serifa, e por ser clara e pequena não nos convida a ler, talvez modificando estes aspectos da fonte a idéia de texto sobre foto seria melhor aproveitada.
KOVA
o layout da Placar é bem interessante de analisar porque é o tradicional usado naquela época!
Fotos e poucas chamadas na capa.
:)
Concordo, as fontes simples tornam fácil a leitura. E a foto ( seria um jogador do Palmeiras?) criou um visual esportivo.
É difícil encontrar uma revista que seja perfeita. Se algumas pecam no quesito trabalhar com fontes, outras não trabalham bem com imagens ou mesmo a diagramação, apesar de haver textos e imagens boas.
Além de analisar a questão gráfica de revistas e outros materiais, é preciso não esquecer de verificar o público alvo de cada um. Claro, uma diagramação ruim numa revista infantil e numa revista "adulta", não deixará de ser ruim, mas é preciso utilizar "armas" que atraiam determinado público para determinado material.
Carol
Concordo com você, Carol..
Acho importantíssimo direcionar a diagramação para o público alvo da revista.
Eu me lembro que um professor meu adorava motos. Lia bastante sobre o assunto, corria de moto e também comprava revistas especializadas. Uma vez ele comprou uma e bem no meio havia um poster de uma Harley Davidson, e em cima da moto, uma mulher nua (com o bumbum de fora e escondendo os seios). Ele se revoltou e escreveu um e-mail para a revista comentando sobre o poster e, na edição seguinte, esse comentário foi publicado:
"Estragaram o poster da moto!"
Nem material, nem gosto perfeito!
O material pode ser bom ou ruim, dependendo dos olhos do analista!
A revista apresenta muitos textos em um única página, deixando muito cansativo a leitura. Exemplos nas páginas 26 e 27. É interessante reparar que os textos são alinhados na esquerda e na direita não, configuração que não estamos acostumados a ver.
Verde é uma cor neutra? Tanto nesta revista, como na Handbook há o uso da cor verde. Não que seja uma cor ruim, mas o único diferencial é esta cor, fora o preto e o branco.
Claudia
A Anjali tem o layout super simples com alguns elementos do Word. Poderia até utilizar o Word para fazer a revista, mas sem as fontes com sombra do WordArt. Outro erro é que algumas páginas não têm margem. Várias páginas em seguida possuem a mesma fonte. Poderia dar uma diversificada.
As fontes utilizadas são de difícil leitura ( no índice e nos títulos ao longo da revista) e as cores fortes acabam complicando ainda mais a leitura. Já o vermelho utilizado na capa chama a atenção, e a fonte utilizada ficou bem visível.
a capa da Dazed também não tem muitas chamadas na capa…
será que é proposital???
Na Antigravity podemos perceber muito bem a presença dos grids.
Por ser uma revista de fofocas (é???), geralmente as capas são cheias de chamadas, com várias fotos e coloridas. Entretanto a Dazed optou pelo rosa e suas variações, o que não fic amuito chamativo. Fora isso, o que realmente chama atenção é a foto da Selma Blair e só. Proposital para chamar a atenção da atriz? Causar impacto? Ela como atriz é ótima, a cara dela de paisagem e de quem não ta gostando é engraçada.
Claudia
o rosa chama bastante atenção também!
(i) Essa revista Dazed é um luxo, né amiga!!! Ainda mais essa edição com a capa toda rosa, que tudo!!! (i)
Mas que maldade!
Fantástica a foto de Fidel! Capa bem elaborada para a época, pois apesar dos poucos recursos gráficos chama a atenção pela utilização da cor vermelha e pelo destaque no preço da revista. A escolha de uma única fonte dá uma visual "clean" à capa.
Achei o aspecto de cores desinteressante, sem atrativo. Apesar de ser talvez uma revista institucional, poderia buscar um layout que chamasse mais a atenção do público. É cansativa.
das revistas postas em link, as mais "alternativas" apostam em uma fórmula quase clichê, o uso excessivo do preto e branco. Apesar de pessoalmente gostar dessa combinação, essa mídia que já está em pdf e não será impressa poderia apostar em cores mais chocantes que, de certa forma, condizesse com o conteúdo.
Exemplos: Beatcrazy e Antigravity
Penso que das revistas consolidadas como Rolling Stone e Vanity Fair estão fechadinhas, ou seja, as cores combinam, têm uma super produção na capa, no entanto, elas só estão "fechadinhas", creio que essas revistas poderiam ganhar mais pelo estranhamento do que pela estética já consolidada. Talvez o uso de umas colagens, claro seguindo a linha editorial, abandonando assim aquela idéia de que "em time que está ganhando não se mexe"
huuuum!
Gostei do formato da revista. As fontes utilizadas são de fácil visualização. A revista é toda em preto e branco, porém com um layout muito interessante. Eu compraria pra ver.
http://www.estadao.com.br/arteelazer/not_art133725,0.htm
Eu não entendi a relação, Gever.
Por favor me explique.
Obrigado.
Beijos me liga! :)
Acredito que designer é uma arte…diagramação também, essas coisas de disposição de palavras, escolha de letras, por isso, postei o link do livro com obras representativas na pintura, também são artes, muitos até vanguardistas que poderiam inspirar na realização de revistas…
As cores utilizadas ( preto e branco) combinam com o estilo alternativo da revista, direcionada a um público fã de rock lado "b". A mistura de fontes acaba chamando a atenção ( me perdoe o professor). Se as fontes fossem coloridas, aí sim, seria confuso o layout.
Gostei da ANTIGRAVITY.
Poderia ser colorido ao invés de P/B, mas como é uma revista de distribuição gratuita (vide rodapé direito da capa: "FREE!"), talvez por motivos orçamentários a opção em P/B foi a escolhida.
Obrigada, eu não havia visto que é gratuita!
De nada! :}
A Pathways poderia explorar outras cores além do verde.
Nota-se que há uma preocupação com o layout da revista/relatório para o tornar mais sério, já que trata-se de uma publicação institucional. Desde a fonte escolhida (mesmo sendo sem serifas), a disposição do texto (não há "rios"), e as cores usadas nas páginas, tudo está adequado à proposta. O texto sobre partes coloridas, aqui acaba funcionando pois a cor é bastante suave.
Creio que as figuras nas capas atraem amantes da cultura oriental, porém as fontes com sombreamento cansam a leitura.
O Relatório Ipê deixa as páginas muito cansativas com o jogo de cores… alternando o verde com branco uma página de um lado, e outra página de outro.
As fotos utilizadas na revista são extraordinárias, principalmente as de Manhattan, pois as fotos aparecem como um filme.
O professor havia falado sobre a foto da página 30. Que é difícil encontrar um fotógrafo que explora bem os olhos..
Acho que é uma das melhores fotos dessa revista também.. pelo menos, eu acho
Boa disposição de fotos; textos bem dispostos; fontes adequadas; uso adequado das cores (destaques e chamadas).
Muito engraçado ter essa visão das revistas estranhas
Que visão ?
Visão engraçada das coisas
sátira
agora melhorou, agora entendi tudo.
Obrigada Betina.
Saber criticar o que é critico :D
além de crítica, é filósofa! :}
De nada.. eu tenho mania de me expressar mal "/
Imagina, sem problemas!!!!!!!!!
De nada.. eu tenho mania de me expressar mal
"/
O QUE SERIA ESSE "/ ????????????
Concordo com a Betina. Temos que abstrair ao maximo nossa percepção clássica do foco ocular crítico sobre tais tendencias inovadoras tanto no meio gráfico, como no meio eletronico; sendo assim, possivel criar um viés otico diferenciado para revistas nao tradicionais.
É Loo
Aprendendo no curso amigo :)
"/ é igual =/
estou criando novas tendências gente :D
Isso ai :D
Era isso tudo que eu queria falar
Durante a terceira aula, foram analizadas algumas revistas com ênfase em seus projetos gráficos.
Fundada em São Francisco, EUA em 1966, a revista Rolling Stones apresenta um logotipo que ainda nos dias atuais transmite aspectos da contra-cultura; trata de assuntos considerados polêmicos e para esse fim, as fontes empregadas em suas matérias são adequadas às mensagens se pretende transmitir. O veículo mediático possue ainda como referência, o seu tamanho de tablóide. Outro recurso que o editor lança mão é a utilização de fotos juntamente com manchetes em estilo tablóide.
Já na revista H Magazine, notamos a existência de um projeto gráfico que dificulta a leitura ou a apreenção da mensagem.
Ao utilizar diferentes tipos de fontes em uma única matéria, o editor cria uma certa confusão na mente do leitor, uma vez que não há nenhuma homogeneidade estética a ser seguida. Isso talvez ocorra em função do conteúdo ocupar papel secundário na revista, sendo a imagem o mais importante.
A distribuição das caixas de texto ao longo da revista propicia uma certa dinamização da página, porém as cores de fundo em oposição às cores das fontes, em alguns casos, mostraram não ser a melhor opção. Por último, quanto ao emprego das cores, há um exagero na utilização destas para destacar trechos da reportagem.